Quem é o Dr. Fábio
Antes de ser candidato, eu era o médico de plantão.

Eu vim para o Acre pela medicina. Era para ser uma escolha profissional e virou uma escolha de vida.
Aqui eu construí minha história, casei, criei meus filhos, fiz amigos. Aqui aprendi o que é resiliência, vendo de perto um povo que enfrenta dificuldade e continua andando. Foi esse jeito acolhedor do acreano que me conquistou. Quem conhece o Acre de verdade entende: daqui a gente não quer mais sair.
Como cirurgião cardiovascular, tive o privilégio de conhecer os 22 municípios do estado através dos meus pacientes. Não por agenda de campanha, mas porque eles vinham até mim, muitas vezes de longe, muitas vezes tarde demais.
E foi aí que a coisa mudou para mim.
Eu percebi que estava resolvendo um caso de cada vez, enquanto a fila continuava do mesmo tamanho. Percebi que tinha gente chegando grave porque não conseguiu fazer um exame simples a tempo. Percebi que o problema não estava na sala de cirurgia. Estava antes dela.
Depois, à frente da REPAC, eu vi o outro lado. Trabalhei para que recurso federal chegasse ao Acre e vi o que acontece quando chega: maternidade nova, estrada, ramal, água em comunidade que não tinha. Aprendi que existe um caminho entre Brasília e o Acre, e que esse caminho depende de alguém que saiba percorrê-lo.
Eu não entrei na política para mudar de vida. Entrei porque juntei as duas coisas: sei onde a saúde do Acre dói e sei onde buscar o recurso para tratar.
A medicina foi o caminho. A política é a ferramenta. O propósito continua o mesmo: cuidar de gente.






